Passeando Pelas Ruas
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Philippe Arthur
Philippe é professor da Universidade Federal de São Carlos.
Historiador formado pela Unifesp, possui mestrado pela FAUUSP e doutorado em História pela Unicamp. Tem como temas de pesquisa a história da urbanização e das cidades, a história da habitação, a memória e o ensino de História.
Renata Geraissati
Renata é historiadora. Formada e mestre pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), doutora pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e visiting scholar na New York University (NYU).
Sua pesquisa aborda a imigração sírio-libanesa, a urbanização, as cidades e a memória. Atua em arquivos e na preservação documental.
Paloma Reis
Paloma é formada em Pedagogia pela Unifesp e atua na educação básica como professora do Ensino Fundamental.
Dedica-se à pesquisa sobre patrimônio cultural e educação, com foco especial na primeira infância e em práticas que fortalecem a identidade e o pertencimento.
Teste
Com nossos passeios, oficinas e materiais didáticos ansiamos que a população, sobretudo juvenil, se aproprie e vivencie a cidade como um todo, frequentando suas exposições, mostras, feiras, eventos e espaços, fazendo valer seu direito à cidade regulamentado pela Constituição de 1988 (artigos 183 e 192, além da Lei 10.257, de 2001).
O Passeando pelas Ruas chama a atenção das pessoas para a história de São Paulo e suas contradições (como o bairro da Liberdade ser conhecido apenas como um reduto da comunidade nipo-brasileira, quando antes era um espaço da comunidade negra), de modo que reflitam e (re)pensem a organização da cidade a partir dos contextos em que estão inseridos. A história é sempre movida por embates entre pessoas, e a história de São Paulo não é diferente.
Acreditamos que valorizando sobretudo o enorme potencial histórico da Zona Leste de São Paulo, e tornando sua riqueza artística e cultural acessível poderemos promover uma mudança em uma região de vulnerabilidade social.
Com nossos passeios, oficinas e materiais didáticos ansiamos que a população, sobretudo juvenil, se aproprie e vivencie a cidade como um todo, frequentando suas exposições, mostras, feiras, eventos e espaços, fazendo valer seu direito à cidade regulamentado pela Constituição de 1988 (artigos 183 e 192, além da Lei 10.257, de 2001).
O Passeando pelas Ruas chama a atenção das pessoas para a história de São Paulo e suas contradições (como o bairro da Liberdade ser conhecido apenas como um reduto da comunidade nipo-brasileira, quando antes era um espaço da comunidade negra), de modo que reflitam e (re)pensem a organização da cidade a partir dos contextos em que estão inseridos. A história é sempre movida por embates entre pessoas, e a história de São Paulo não é diferente.
Acreditamos que valorizando sobretudo o enorme potencial histórico da Zona Leste de São Paulo, e tornando sua riqueza artística e cultural acessível poderemos promover uma mudança em uma região de vulnerabilidade social.
